Comportam-se de forma muito diferente dos termoplásticos. Ao aquecê-los pela primeira vez, o polímero amolece e pode ser moldado sob pressão. No entanto, devido ao calor, inicia-se uma reação química na qual as moléculas se ligam permanentemente. Esta reação é conhecida como degradação. Consequentemente, o polímero torna-se permanentemente rígido e, se for aquecido, não amolecerá, mas sim se destruirá.
Alguns exemplos de termofixos:
BAQUELITA (resinas fenólicas)
Foi o primeiro plástico fabricado artificialmente a partir de produtos químicos. Recebeu este nome em homenagem ao homem que o fabricou pela primeira vez (Leo Baekeland).
É um plástico duro e frágil, de cor escura e brilhante. É um plástico termoestável, pelo que resiste ao calor sem amolecer, mas apenas até uma determinada temperatura, pois a temperaturas muito elevadas decompõe-se, ficando carbonizado.
A baquelite é um bom isolante térmico e elétrico, daí as suas utilidades e aplicações em acessórios elétricos, na fabricação de cabos de panelas e frigideiras, botões de fogão, cabos para soldadores, etc.
MELAMINA (FORMALDEÍDO)
É um polímero incolor, que pode ser colorido com pigmentos. É mais resistente do que a baquelite, não tem sabor nem odor e é um bom isolante térmico e elétrico.
É utilizada no fabrico de louça inquebrável, puxadores de portas, bancadas de cozinha… etc.
POLIÉSTER
Tem a forma de uma resina e deve ser misturado com um produto denominado endurecedor. Solidifica e forma um plástico rígido, duro e frágil.
Para lhe conferir maior resistência, é reforçado com uma camada de fibra de vidro.
Aplicações: revestimentos de fibra de vidro (aviões, embarcações, piscinas…) e como placas transparentes para coberturas e telhados.
